Erika Hilton perde na Justiça contra estudante que disse “trans não são mulheres”, afirma Metrópoles.

Justiça

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) saiu derrotada em uma ação penal analisada pela Justiça Federal envolvendo publicações feitas nas redes sociais pela estudante paraibana Isadora Borges. No processo, a parlamentar atuava como assistente de acusação em um caso conduzido pelo Ministério Público Federal que investigava possíveis declarações consideradas transfóbicas publicadas na internet.
O caso teve origem em mensagens publicadas em 2020 no antigo Twitter, atualmente chamado de X. Em uma das postagens, a estudante afirmou que “mulheres trans não são mulheres”. A defesa sustentou que as mensagens representavam posicionamentos dentro de um debate ideológico sobre feminismo e identidade de gênero, argumento que acabou sendo considerado pela Justiça na análise do processo.
Durante o processo também foram citados conteúdos compartilhados pela estudante, incluindo um vídeo da professora emérita da Universidade de Sydney, Bronwyn Winter, que comentava ideias da filósofa francesa Simone de Beauvoir. Após o desfecho, Isadora afirmou ter se sentido aliviada com o resultado e declarou que o processo representou um período difícil em sua vida. 

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